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Regulamentação e regras colaboram para um setor imobiliário mais assertivo

Comemorando em agosto, 45 anos, a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) tem como meta principal regular o mercado para que todos tenham regras claras e possam desenvolver as atividades de forma justa e que garantam as leis que protegem o interessado master que é o comprador de imóvel, destacou o diretor Administrativo Financeiro da entidade durante entrevista ao Radar Imobiliário, no sábado (29), na rádio Metrópole, Marcos Vieira Lima.

Sobre essas características, Vieira explicou como o processo funciona até mesmo neste período de pandemia decorrente do coronavírus. Primeiro ponto foi o estabelecimento da atividade da construção civil como essencial, isso demonstra como o setor é imprescindível para a geração e manutenção do emprego, renda, além da evolução de uma cidade, isso sem perder o foco no controle das atividades e protegendo a principal classe que é a dos trabalhadores.

Outra questão citada pelo executivo, é a evolução da qualificação desse material humano, que antes não era exigida uma formação qualificada, bastava ter experiência, como ainda é fundamental para esse trabalho, mas também com a tecnologia predominando, muitos já buscam profissionais que tenham qualificação e treinamento para a segurança de todos os envolvidos nas etapas.

Como premissa fundamental, uma questão benéfica para todo esse trabalho realizado pela Ademi e para a confiança de ambas as partes, Marcos Vieira enfatizou sobre os empreendimentos que são projetados e devem seguir sempre a Lei de Incorporação e para isso entra o Registro de Incorporação RI), que é a certidão de nascimento daquele produto que será construído e entregue para diversas famílias.

“O registro significa que o construtor/incorporador possui capacidade, idoneidade e que possui todas as certidões que garantem a comercialização e isso deve ser exigido antes da assinatura do contrato”, disse.

Além disso, outra função primordial da entidade é sobre a interlocução com os gestores municipais para a elaboração e revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), instrumento que possibilita o desenvolvimento e expansão urbana do município através de critérios que resultem em geração de renda e habitação.

Atualmente está comprovado que uma cidade sustentável é constituída através de uma infraestrutura básica existente e a verticalização, se insere como aspecto atestado para que não seja necessário o espalhamento desse local, finalizou.

Crédito: Divulgação
Fonte: Portal Radar Imobiliário | Home  Curitiba | PR by Ademi/PR

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