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Índice FipeZAP: Preço do aluguel de imóveis comerciais avança 0,24% em setembro

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Em contraste, preço de venda do segmento oscilou perto da estabilidade (-0,02%), a exemplo dos últimos meses

 

Análise do último mês: : segundo o Índice FipeZap, o preço médio de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² permaneceu praticamente estável em setembro (-0,02%), enquanto o preço médio de locação do segmento avançou 0,24% no mês. Comparativamente, ambas variações registradas superaram a inflação medida pelo IGP-M/FGV (-0,64%), mas foram inferiores à apuração do IPCA/IBGE (+1,16%). No caso do preço de venda, as altas registradas em: Brasília (+3,80%), Curitiba (+0,82%), Belo Horizonte (+0,20%) e Florianópolis (+0,09%) foram compensadas pelos recuos em Niterói (-0,78%), Salvador (-0,75%), Porto Alegre (-0,50%), Rio de Janeiro (-0,50%) e Campinas (-0,33%), ao passo que, em São Paulo, o preço de venda do segmento oscilou próximo da estabilidade (+0,02%). Em relação ao preço de locação, as altas registradas na maioria das cidades monitoradas – Brasília (+2,08%), Curitiba (+1,05%), Niterói (+1,02%), Campinas (+0,57%), Belo Horizonte (+0,41%), São Paulo (+0,40%), Porto Alegre (+0,30%) e Florianópolis (+0,07%) – superaram, conjuntamente, às variações negativas apuradas em Salvador (-1,17%) e Rio de Janeiro (-0,40%).

 

Balanço parcial em 2021: no acumulado até setembro de 2021, o Índice FipeZap de Venda Comercial registra ligeira queda nominal (-0,18%), enquanto o índice de locação acumula uma alta nominal de 1,57% – ambas variações inferiores às variações acumuladas pelo IPCA/IBGE (+6,90%) e pelo IGP-M/FGV (+16,00%) no ano.

 

Análise do acumulado em 12 meses: com os resultados de setembro, o preço médio de venda apresenta uma queda de 1,53% nos últimos 12 meses, enquanto o preço médio de locação avança 0,93% no mesmo recorte temporal. Comparativamente, esses resultados permanecem abaixo das variações do IPCA/IBGE (+10,25%) e do IGP-M/FGV (+24,86%). Pela ótica individual, o aumento do preço médio de venda do segmento foi observado em: Curitiba (+1,93%), Campinas (+1,89%) e Brasília (+0,42%), em contraste aos recuos em: Porto Alegre (-4,76%), Belo Horizonte (-4,41%), Florianópolis (-4,40%), Salvador (-3,02%), Niterói (-3,00%), Rio de Janeiro (-2,72%), São Paulo (-0,21%). Quanto ao preço médio de locação, as altas apuradas em: Curitiba (+6,22%), São Paulo (+2,21%), Campinas (+1,94%), Porto Alegre (+1,84%) e Florianópolis (+0,32%) contrastam com as quedas registradas no Rio de Janeiro (-2,05%), em Salvador (-1,27%), Brasília (-0,65%), Niterói (-0,31%) e Belo Horizonte (-0,18%).

 

■ Preço médio de venda e locação: em setembro de 2021, o valor médio do m2 de imóveis comerciais anunciados nas cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial foi de R$ 8.395/m2, no caso de imóveis comerciais anunciados para venda, e de R$ 37,61/m2, entre aqueles destinados para locação. Entre todas as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, a cidade de São Paulo se destacou com o maior valor médio tanto para venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² (R$ 9.682/m2), quanto para locação de imóveis do mesmo segmento (R$ 45,00/m2). Comparativamente, no Rio de Janeiro, os preços médios de venda e de locação de salas e conjuntos comerciais anunciados foram de R$ 9.142/m² e R$ 37,42/m², respectivamente.

 

Rentabilidade do aluguel comercial*: pela razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis comerciais, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por investir no imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel (rental yield). O indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade de salas e conjuntos comerciais em relação a outras opções de investimento disponíveis (como, por exemplo, investimento em imóveis residenciais para obtenção de aluguel ou aplicações financeiras). Em setembro de 2021, o retorno médio do aluguel comercial (anualizado) foi apurado em 5,50% ao ano, superando a rentabilidade do aluguel do segmento residencial (4,62% ao ano), assim como o retorno médio real de aplicações financeiras de referência.

 

Nota (*): os preços considerados no indicador incluem apenas aqueles veiculados em anúncios para novos aluguéis. O Índice FipeZap não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato. Como resultado, capta-se de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda pelo aluguel de espaços comerciais ao longo do tempo.

 

Sobre a OLX Brasil

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Com a aquisição do Grupo ZAP, concretizada em novembro de 2020, a OLX Brasil passa a contar com duas unidades de negócios: OLX, que segue operando como plataforma horizontal com as categorias de Autos, Imóveis, Bens de Consumo, Empregos e Serviços, além da carteira digital OLX Pay; e ZAP+, totalmente focada em imóveis e responsável pelas marcas ZAP, VivaReal, Data ZAP, Anapro, Inc Pro, Geoimovel, Imobilinks, Conecta Imobi e ZAP Fin. O ZAP+ também passa a comercializar todos os produtos de imóveis das diferentes marcas do grupo.

A aquisição envolveu a compra de 100% das ações do Grupo ZAP. Os acionistas da OLX Brasil continuam sendo os dois dos principais grupos globais de mídia e investimento em marketplaces: Prosus N.V. (50%), listada na bolsa de Amsterdam e majoritariamente controlada pela Naspers Ltd, e Adevinta ASA (50%), listada na bolsa de Oslo e controlada pelo grupo norueguês Schibsted.

 

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