Social

Artefacto une design e ação social

Profissionais participam da TAPPO ARTS, ação social que ocorre simultaneamente em sete cidades do Brasil

 

A Artefacto lançou, simultaneamente, essa semana, o projeto Tappo Arts. O objetivo é unir arquitetura e design com responsabilidade social. Cerca de 100 profissionais de arquitetura e decoração receberam um Banco Tappo para customizar. Com design simples e fluído, sem deixar de ser funcional, versátil, contemporâneo e cool, a peça pode ser usada indoor ou outdoor. Dessa vez, ele serve como uma tela em branco para que esses profissionais elevem o design da Artefacto ao status de arte e ainda ajudem iniciativas que merecem ser valorizadas.

No dia 25 de outubro, os profissionais de Curitiba, Balneário Camboriú, Cuiabá, João Pessoa, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, devolverão os bancos customizados. Em série limitada, cada TAPPO receberá um selo de autenticidade exclusivo. A apresentação das peças para o público acontece no final do mês de novembro, em uma exposição fotográfica na loja da Beach & Country, em São Paulo. Depois, eles irão a leilão – também simultaneamente – pelo site Blombô Leilões, que atua internacionalmente. O leilão acontece no dia 9 de dezembro e todo lucro arrecadado será doado para instituições sociais.

Em Curitiba, todos os profissionais participantes da Mostra Artefacto 2019 aderiram ao projeto.  Eles receberam os bancos das mãos de Maria Cristina Pieruccini, que dirige o abrigo Aldeia São José, que fica em Campo Largo. Durante a apresentação do abrigo, ela pode contar como as crianças são recebidas e tratadas.

Sobre o Lar Aldeia São José
O abrigo Aldeia São José é uma entidade não-governamental, sem fins lucrativos que, de forma gratuita e continuada, presta serviço de acolhimento institucional para crianças e adolescentes com direitos violados e/ou situação de risco pessoal ou abandono. Eles são encaminhados pela Vara da Infância e Adolescência de Campo Largo. A permanência dos abrigados pode se estender de dias, a meses, ou até anos.

O serviço de acolhimento institucional do espaço tem capacidade para atender 20 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, e está inserido na rede de serviços de Proteção Social Especial de Alta Complexidade. A equipe técnica é formada por uma coordenadora, uma assistente social e uma psicóloga, mais a equipe de apoio, constituída por quatro cuidadoras noturnas e sete cuidadoras diurnas, se revezando em turnos de 12/36 horas, atendendo às exigências da NOB-RHSUAS.  Os objetivos do abrigo são:

  • Garantir aos abrigados o atendimento de suas necessidades básicas de alimentação, saúde, higiene e educação;
  • Prepará-los para sua reintegração familiar ou para lar substituto;
  • Assegurar o direito ao lazer, cultura, dignidade e respeito, bem como à convivência comunitária e integração na sociedade.

Maria Cristina conta que a principal dificuldade enfrentada pelo abrigo é a falta de recursos para manter o funcionamento da entidade. “Do poder público municipal, recebemos o necessário para pagar cerca de 75% da folha dos funcionários. Para honrar o restante da folha e as demais despesas, buscamos apoio junto à comunidade e promovemos eventos solidários”, conta a diretora

Além da Aldeia São José, outras instituições serão beneficiadas em seis cidades diferentes:
Balneário Camboriú – Lar Santa Maria da Paz;
Cuiabá – Nação para Cristo;
João Pessoa – Vila Vicentina Júlia Freire;
Rio de Janeiro – Fundação Laço Rosa;
Salvador – Obras Sociais Irmã Dulce;
São Paulo – Cruz Verde e ONG Florescer.

Crédito: Gustavo Sguissardi
Legenda Foto Destaque: Ingrid Moskalewski, Maria Cristina Pieruccini e Jo Goslar.
Fonte: Renova Media

 

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